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A caricatura evidencia, de uma forma um tanto quanto sarcástica, um problema que afecta uma grande parte dos estudantes portugueses. O cartoon representa um “caloiro” acabado de entrar na universidade que precisa de instruções para abrir um livro, livro esse que é um guia de estudo para iniciantes. Bem, o problema aqui levantado, no nosso entender, é o problema da falta de hábitos de leitura, o facto de os estudantes não terem prazer na leitura. Este cartoon, apesar de ser em inglês, adequa-se muito especificamente aos nossos alunos.
O problema existe desde há muito tempo na nossa sociedade, os alunos simplesmente não lêem, não têm hábitos de leitura, por vezes nem os chamados livros de leitura “obrigatória” lêem, depois entram na universidade sem hábitos que possibilitem uma fácil progressão nos estudos universitários. Mesmo na universidade estes alunos, que são confrontados com “muita” literatura para cada específica disciplina, não se esforçam por ler, nem o que é “obrigatório”, quanto mais o que deve ser por leitura complementar ou mesmo recreativa, tendo este facto repercussões na sua escrita e nas suas competências orais.
Este é o panorama evidenciado no cartoon e por ele criticado.
Quais serão os motivos para este problema?
No nosso entender o factor determinante pelo qual os alunos não têm hábitos de leitura reside na própria escola.
A escola é o motivo primordial para este condicionamento negativo dos hábitos de leitura. Na escola os alunos são, na maior parte das vezes, apenas confrontados com leituras obrigatórias para cumprir currículos, muitas vezes estas leituras em nada se coadunam com a vivências e experiências dos alunos, não há uma relação de proximidade aluno/texto. O próprio professor nada faz para quebrar as barreiras que existem entre os alunos e o texto, dado que apenas está preocupado em procurar a figuras de estilo no texto para assim ensinar o que é uma metáfora ou uma metonímia.
Os alunos então são condicionados de forma a pensar que ler é apenas procurar elementos no texto e que ler é só para aprender determinadas coisas. A repetição destas práticas ao longo de anos e anos de escolaridade, resulta nisso mesmo: os alunos não sabem ser a não ser que os professores os orientem, e fora da orientação do professor não há lugar para outras leituras, pois para eles ler não é estimulante é obrigatório.
O problema existe desde há muito tempo na nossa sociedade, os alunos simplesmente não lêem, não têm hábitos de leitura, por vezes nem os chamados livros de leitura “obrigatória” lêem, depois entram na universidade sem hábitos que possibilitem uma fácil progressão nos estudos universitários. Mesmo na universidade estes alunos, que são confrontados com “muita” literatura para cada específica disciplina, não se esforçam por ler, nem o que é “obrigatório”, quanto mais o que deve ser por leitura complementar ou mesmo recreativa, tendo este facto repercussões na sua escrita e nas suas competências orais.
Este é o panorama evidenciado no cartoon e por ele criticado.
Quais serão os motivos para este problema?
No nosso entender o factor determinante pelo qual os alunos não têm hábitos de leitura reside na própria escola.
A escola é o motivo primordial para este condicionamento negativo dos hábitos de leitura. Na escola os alunos são, na maior parte das vezes, apenas confrontados com leituras obrigatórias para cumprir currículos, muitas vezes estas leituras em nada se coadunam com a vivências e experiências dos alunos, não há uma relação de proximidade aluno/texto. O próprio professor nada faz para quebrar as barreiras que existem entre os alunos e o texto, dado que apenas está preocupado em procurar a figuras de estilo no texto para assim ensinar o que é uma metáfora ou uma metonímia.
Os alunos então são condicionados de forma a pensar que ler é apenas procurar elementos no texto e que ler é só para aprender determinadas coisas. A repetição destas práticas ao longo de anos e anos de escolaridade, resulta nisso mesmo: os alunos não sabem ser a não ser que os professores os orientem, e fora da orientação do professor não há lugar para outras leituras, pois para eles ler não é estimulante é obrigatório.

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